Modelo de contrato de gestão de tráfego pago
Honorário e verba de mídia em linhas separadas — o erro que gera quase toda a confusão.
Amostra gratuita antes de emitir · PDF licenciado a partir de R$ 29,90 · Assinatura gratuita pelo gov.br
A maior parte dos conflitos em gestão de tráfego vem de uma soma mal explicada. O cliente entende que paga R$ 3.000 e que isso inclui os anúncios; o gestor entende R$ 1.000 de honorário mais R$ 2.000 de verba. Quando a fatura da plataforma chega, a discussão já começou.
O contrato separa as duas coisas em cláusulas distintas, define quem paga diretamente à plataforma e em nome de quem ficam as contas de anúncio — que devem permanecer com o cliente, no Business Manager dele. Trata também do risco de plataforma: bloqueio de conta e reprovação de anúncio acontecem por decisão do Meta ou do Google, e precisam ter tratamento previsto.
Quando usar este documento
- Gestão mensal de campanhas no Meta Ads, Google Ads ou ambos
- Contratos com período mínimo, comum pela curva de aprendizado das campanhas
- Relação em que o gestor opera contas e criativos do cliente
- Qualquer serviço em que a verba de mídia transita ou é paga pelo cliente
O que este modelo traz
As cláusulas abaixo são as que o documento emitido contém, na ordem em que aparecem no PDF.
- 1 Do Objeto
- 2 Do Honorário e da Verba de Mídia (valores distintos)
- 3 Do Pagamento e do Período Mínimo
- 4 Da Ausência de Garantia de Resultados
- 5 Da Titularidade das Contas e dos Acessos
- 6 Do Risco de Plataforma
- 7 Da Propriedade dos Criativos
- 8 Dos Relatórios e da Transparência
- 9 Da Rescisão
O que você precisa ter em mãos
São os campos obrigatórios do formulário. Os dados da sua empresa ficam salvos e se repetem sozinhos nos próximos documentos.
- Razão social / Nome
- CNPJ / CPF
- Nome / Razão social
- Plataformas
- Objetivo principal
- Período mínimo
- Honorário mensal
- Forma de pagamento
- Vencimento
Os erros que mais aparecem
- Somar honorário e verba num valor único: além de confundir, distorce o que é receita do prestador.
- Criar a conta de anúncios no perfil da agência: ao fim do contrato, o histórico e o pixel ficam do lado errado.
- Prometer custo por lead ou faturamento: leilão de mídia não é controlável, e a promessa vira base para rescisão com devolução.
Gere este documento com os seus dados
Preencha o formulário guiado e veja a amostra gratuita antes de decidir. O PDF final sai licenciado, sem marca d'água, e fica salvo no seu cofre para reemitir quando precisar.
Começar agoraPerguntas frequentes
O que deve constar em um contrato de gestão de tráfego?
Plataformas atendidas, objetivo, honorário mensal separado da verba de mídia, forma e data de pagamento, período mínimo, titularidade das contas e dos acessos, propriedade dos criativos, periodicidade dos relatórios, tratamento do risco de bloqueio pela plataforma e condições de rescisão.
A verba de mídia deve ser paga pelo cliente ou pela agência?
O caminho mais seguro é o cliente pagar diretamente à plataforma, com cartão em nome dele. Isso mantém a titularidade da conta, evita que a agência antecipe valores e deixa claro que a verba não é receita do prestador — o que também simplifica a apuração de impostos.
De quem é a conta de anúncios ao fim do contrato?
Do cliente, quando o contrato define a titularidade corretamente. A conta deve ser criada no Business Manager do cliente, com a agência recebendo acesso. Assim, o histórico de campanhas, os públicos e os eventos do pixel permanecem com quem pagou por eles.
Posso garantir resultado em contrato de tráfego?
Não é recomendável. O modelo traz cláusula expressa de ausência de garantia de resultados, porque custo por clique e por lead dependem de leilão, concorrência e políticas das plataformas. O que se garante é o serviço: gestão, otimização e relatório.
Documentos relacionados
O conteúdo desta página é informativo e não substitui a orientação de um advogado para o seu caso concreto. Os modelos são elaborados com base na legislação citada e cobrem as situações mais comuns do dia a dia de quem presta serviço.