Ferramenta de precificação

Como calcular seu preço mínimo por hora

A conta que revela se o seu preço paga o seu negócio ou só o seu esforço.

Amostra gratuita antes de emitir · PDF licenciado a partir de R$ 29,90 · Assinatura gratuita pelo gov.br

A precificação por intuição erra sempre para o mesmo lado. O prestador divide o que quer ganhar por 160 horas do mês e chega a um valor que parece razoável — e que ignora três coisas: as horas que não são faturáveis, os custos que existem mesmo sem projeto e o risco de meses vazios.

A conta correta parte dos custos fixos anuais, soma a remuneração pretendida e divide pelas horas realmente vendáveis — que, para a maioria dos autônomos, ficam entre 40% e 60% da jornada, porque orçar, prospectar, administrar e aprender não são faturáveis. Sobre isso entram impostos e a margem que cobre risco e reinvestimento.

Quando usar este documento

  • Definição de preço de diária, hora ou pacote de serviços
  • Revisão de tabela quando os custos subiram e o preço não
  • Decisão sobre aceitar ou recusar projeto com desconto
  • Transição de emprego para atuação autônoma

O que você precisa ter em mãos

São os campos obrigatórios do formulário. Os dados da sua empresa ficam salvos e se repetem sozinhos nos próximos documentos.

  • Razão social / Nome
  • CNPJ / CPF
  • Custos fixos mensais (R$)
  • Horas faturáveis por mês

Os erros que mais aparecem

  • Usar 160 horas faturáveis por mês: nenhum autônomo vende toda a jornada, e essa suposição derruba o preço pela metade.
  • Esquecer o pró-labore nos custos: quem não se paga como custo acredita que está lucrando.
  • Ignorar equipamento e software: depreciação e assinaturas são custo mensal, mesmo quando pagos uma vez por ano.

Gere este documento com os seus dados

Preencha o formulário guiado e veja a amostra gratuita antes de decidir. O PDF final sai licenciado, sem marca d'água, e fica salvo no seu cofre para reemitir quando precisar.

Começar agora

Perguntas frequentes

Como calcular o preço mínimo por hora?

Some os custos fixos anuais (estrutura, software, equipamento, contador, impostos fixos) à remuneração anual pretendida, divida pelas horas faturáveis reais do ano e acrescente a margem de lucro e risco. O resultado é o piso: abaixo dele, o trabalho consome o negócio.

Quantas horas por mês são realmente faturáveis?

Para a maioria dos prestadores, entre 80 e 120 das cerca de 160 horas mensais. Orçamento, prospecção, reuniões, administração, deslocamento e estudo ocupam o restante — e precisam ser pagos pelas horas vendidas.

Devo cobrar por hora ou por projeto?

Cobrar por projeto costuma ser melhor para o cliente e para quem é eficiente, porque desvincula preço de tempo. Mas o preço por hora continua sendo a base do cálculo: é ele que diz se o valor fechado cobre o custo real da entrega.

Como ajustar o preço sem perder clientes?

Reajustando por contrato, com índice e periodicidade definidos, e revisando a tabela para novos clientes antes dos antigos. Reajuste anual previsto em contrato é rotina; aumento súbito sem regra é ruptura.

Documentos relacionados

O conteúdo desta página é informativo e não substitui a orientação de um advogado para o seu caso concreto. Os modelos são elaborados com base na legislação citada e cobrem as situações mais comuns do dia a dia de quem presta serviço.